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Uma indicação de Jarbas Novelino Barato

fevereiro 2, 2015

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Liberdade, liberdade

outubro 14, 2014

2013 in review

janeiro 9, 2014

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 37,000 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 14 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Livro sobre ditadura: download

dezembro 10, 2013

A historiadora Maria Paula Araújo, professora do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IH-UFRJ), disponibilizou gratuitamente na internet o livro paradidático “Ditadura militar e democracia no Brasil: história, imagem e testemunho”. O livro, organizado por ela, por Izabel Pimentel da Silva, Desirree Reis e outros membros do Projeto Marcas da Memória, é voltado para professores e alunos das escolas de Ensino Básico. O objetivo da publicação é servir de instrumento de trabalho para os professores de Ensino Fundamental e Médio que desejam tratar do tema com seus alunos adolescentes e jovens adultos. Aproveite! Faça o download no seguinte link: http://goo.gl/QK9UPW

Os números de 2012

dezembro 30, 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

19,000 people fit into the new Barclays Center to see Jay-Z perform. This blog was viewed about 62.000 times in 2012. If it were a concert at the Barclays Center, it would take about 3 sold-out performances for that many people to see it.

Clique aqui para ver o relatório completo

Maria Antônia – A História de uma Guerra

outubro 10, 2012

Maria Antônia: A História de uma Guerra” resgata parte do movimento estudantil do Brasil perdido no tempo, contado tão somente através das informações dadas pelos jornais da época. Quarenta anos depois da histórica briga entre estudantes da Faculdade de Filosofia da USP e do Mackenzie,o repórter e escritor Gilberto Amendola reconstrói cenas daquele episódio por meio de entrevistas com seus principais personagens,como o ex-chefe da Casa Civil do Governo Lula, José Dirceu,e outros tantos estudantes que hoje podem ser facilmente reconhecidos do cenário nacional.

Só para não esquecer jamais

abril 1, 2012

Bella Ciao

janeiro 11, 2012

Os números de 2011

janeiro 1, 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

O Madison Square Garden, em Nova Iorque, senta 20.000 pessoas por concerto. Este blog foi visitado cerca de 64.000 vezes em 2011. Se fosse um concerto, eram precisos 3 eventos esgotados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

Sonho impossível

março 29, 2011

Helena KullerFoi um pouco depois de 68. Creio que em 1972. Plena ditadura. Estava ouvindo rádio com a minha namorada. Uma música instrumental que nunca tinha ouvido antes me chamou a atenção. Ouvi-a atentamente. Ao final, comentei:

– Esta música me dá saudades de pessoas que não conheci. Faz-me recordar de coisas que nunca vivi. Lembra-me de lugares que nunca estive…

Estava comentando a música quando o locutor que apresentava o programa de rádio disse:

– Acabamos de ouvir: Impossible Dream.

Pouco depois, assisti no teatro do SESC na Dr. Vila Nova a peça teatral O Homem de La Mancha. A música-tema da peça: Sonho Impossível. Uma versão de Impossible Dream feita por Chico Buarque de Holanda e Ruy Guerra.

Desde então Sonho Impossível é minha música engajada por excelência. O hino de todo engajamento em processos de mudança. Música de fundo dos movimentos de transformação.

Com vocês, Sonho Impossível!

Sonho Impossível
J. Darion – M. Leigh – Versão Chico Buarque e Ruy Guerra/1972
Para o musical para O Homem de La Mancha de Ruy Guerra
Sonhar
Mas um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão