Archive for julho \26\UTC 2009

The Beatles: Abbey Road

julho 26, 2009

Abbey Road é o 12° e penúltimo álbum dos Beatles. Foi lançado em 26 de setembro de 1969, quase quarenta anos atrás. Leva o mesmo nome de uma rua de Londres onde ficava o estúdio Abbey Road. Apesar de ter sido o penúltimo álbum lançado pela banda, foi o último a ser gravado.

Para recordar, postamos um vídeo com músicas do álbum, cenas da rua e outras imagens da época.

 

Easy Rider (Sem Destino)

julho 23, 2009

 

 

“O clássico dos anos 60, que marcou toda uma geração, está de volta em edição especial, com sua inesquecível trilha sonora e imagem remasterizadas digitalmente. Edição Especial de 30º Aniversário. Mergulhe na contra cultura dos anos 60 sem nenhuma censura, nesta emocionante mistura de drogas, sexo e política. Jack Nicholson estrela com Peter Fonda e Dennis Hopper (que também dirige) neste clássico incomum, que a Revista Time elogiou como um dos dez mais importantes filmes da década. Indicado para o Oscar de Melhor Roteiro em 1969, Sem Destino continua a emocionar o público de todas as idades”

 

O texto anterior é do relançamento de EasY Rider (Sem Destino) há 10 anos atrás.  Informações adicionais sobre o filme podem ser obtidas clicando aqui.

 Para quem era jovem na época do lançamento, Sem Destino é um filme inesquecível. Tão presente na minha memória que lembro-me  do lugar e das circunstâncias em que o assisti.

Com os meus colegas de classe de Filosofia da Educação, curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro, fui até Campinas para uma visita à UNICAMP, então recentemente criada. O objetivo da visita era conhecer os computadores da universidade e discutir o futuro da computação e sua possível influência na sociedade e na educação.   

 Em relação às imensas expectativas que tínhamos sobre o futuro da nova tecnologia, a visita foi frustante. O professor que nos guiou na visita (esqueci-me de seu nome), mostrando a carcaça do enorme Mainframe, disse-nos que o computador não merecia nossa visita e nossa preocupação. Afirmou que ele era apenas uma enorme máquina de calcular, cuja influência futura seria mínima.

 Da UNICAMP, fomos ao cinema. “Um homem saiu em busca da América. Não a encontrou em lugar algum”, dizia o poster de Sem Destino, na entrada da sala de projeção. O filme valeu a viagem. A imaginação reprimida na universidade soltou-se no cinema.

 A lembrança acoplada das duas cenas  (computador X filme) é tão vívida, que acredito que guardavam alguma profecia. Algum dia descubro qual é, foi ou será.

Como as coisas mudam…

julho 13, 2009

Esta charge é daquelas que fala por si só. Foi um longo caminho de 1969 a 2009, educadores, pais e professores!

Antonio Morales

notas

O homem na Lua – quarenta anos depois

julho 7, 2009

 

 

“É um pequeno passo para um homem,
mas um gigantesco salto para a Humanidade”.

Neil Armonstrong, ao pisar na Lua em 20 de julho de 1969

No dia 20 de junho próximo é comemorado o aniversário da chegada do homem à Lua. Desde o feito inédito, já se foram quarenta anos. A “conquista” da  Lua foi alvo de disputa política e despertou a imaginação humana na época. Recordo-me do cinema. Para mim, sem o filme 2001, uma Odisséia no Espaço,  as imagens do homem chegando e “passeando” na Lua não teriam o mesmo  impacto.

Muitos dos que já viviam se lembram daquele dia como singular. Uma emissora de televisão faz, agora, uma chamada para um especial sobre a efeméride. Solicita que personalidades famosas relatem o que estavam fazendo naquele dia.

Eu era, então, um jovem com olhos pregados na televisão. A visão daquela figura meio cangurulesca saltitando pela Lua deu-me a sensação de que, para o homem, nada era impossível.

Bom ser jovem, crédulo e vivendo a certeza de que pertencia a uma espécie ainda imperfeita, mas quase divina.

Quarenta anos depois, o entusiasmo arrefeceu. Nas viagens espaciais, não se foi muito mais longe. A consciência das enormes distâncias cósmicas é hoje mais presente. A minha crença sobre a quase divindade da espécie humana também se foi.

Estamos tão longe de aspirar à divindade quanto as estrelas que, então, desafiavam a nossa imaginação.

Saudades…