Brasil 1968 – do tiro no Calabouço ao AI-5

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 Já publicamos, aqui, um artigo de Jeocaz Lee-Medi, GAL COSTA 1969, O ÁLBUM QUE FECHOU 1968. Em relação a 68, em seu blog ele também já publicou 1968, O ANO DE TODOS OS GRITOS; PARIS, MAIO DE 1968 e PRAGA 1968, FLORESCIMENTO E MORTE DE UMA PRIMAVERA.

Em seu último post sobre o ano, Jeocaz traça um panorâmica de 1968. Para despertar o interesse, reproduzimos, aqui, o início do artigo.

 

O ano de 1968 foi marcado pelas ebulições políticas e sociais que assolaram o mundo. A Guerra Fria instalada após a Segunda Guerra Mundial criou dogmas filosóficos, ideologias revolucionárias, e ditaduras que defenderam dois blocos políticos, o bloco americano e o bloco soviético. 1968 veio e contestou todas as ideologias e sistemas vigentes, atrás da contestação político-ideológica, os costumes sociais da sociedade ocidental vieram abaixo, trazendo novos comportamentos, inseridos na repressão dos governos ditatoriais tanto de direita, como de esquerda.

Se o mundo foi abalado, gerando os tumultos estudantis na Europa, que culminaram com as manifestações de maio em Paris, com a contestação do regime socialista na extinta Tchecoslováquia e a sua Primavera de Praga, no Brasil estas contestações não passaram despercebidas, sendo assimiladas de uma forma convulsiva que culminaria com o fechamento do Congresso Nacional em dezembro e o fio ínfimo de liberdade que ainda se podia respirar sendo finalmente estrangulado.
Liberdade comportamental não rimava com um governo ditatorial. (…)

Para continuar a leitura, clique aqui

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