Paulo Freire: Veja pisa na bola de novo

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Em 1968, pela primeira vez, Paulo Freire e a Revista Veja se encontraram. A revista Veja foi criada em 1968 e, de lá para cá, tem aprofundado a sua opção pelos mais ricos. Em 1968, Paulo Freire vivia, exilado, no Chile. Logo depois, foi obrigado a abandonar também o Chile, novamente fugindo de uma revolução de extrema direita. Por aí, já se percebe que o primeiro encontro histórico foi, ao mesmo tempo, o início do distanciamento.  

O período de residência no Chile e o ano de 1968 foram muito produtivos na vida de Freire. Reproduzimos, a seguir,  parte de sua biografia, publicada no site do Centro Paulo Freire:

“No Chile escreveu seu primeiro livro publicado comercialmente: Educação como prática da liberdade, “uma revisão ampliada” de Educação e atualidade brasileira, a tese com que concorreu à cátedra de História e Filosofia da Educação, na Escola de Belas Artes da Universidade do Recife. Os originais em português da, Pedagogia do Oprimido, foram igualmente escritos no Chile, entre 1967 e 1868 e seriam publicados pela primeira vez em 1970: em inglês, nos Estados Unidos da América (Pedagogy of the oppresed), Nova York, Herder and Herder, e em português, com importante prefácio de Ernani Maria Fiori, Rio de Janeiro, Editora Paz e Terra (Cf. Gadotti, M., Organizador, 1996, p.262).

No Chile, foram ainda escritos alguns dos livros de Paulo Freire: Educação e conscientização: extensionsimo rural (em colaboração com Ernani Maria Fiori, José Luiz Fiori e Raul Veloso Farias), CIDOC, Cuernavaca, México, 1968; Contibución al proceso de conscientización del hombre en América Latina, Montevidéu, 1968; Acción cultural para la lidertad, ICIRA, Santiago, 1968; Extensión o comunicación? La conscientización en el medio rural, ICIRA, Santiago, 1969 (Cf. Gadotti, M., Organizador, 1996, p.260-62). Esses livros davam forma a seu discurso no Recife, inclusive ao discurso-base do “método Paulo Freire” e anunciavam sua obra prima: a Pedagogia do Oprimido”.

Recentemente, Paulo Freire e Veja voltaram a se encontrar. A iniciativa foi da revista que publicou um texto lamentável. Na edição de 20 de agosto de 2008, a revista Veja publicou a reportagem “O que estão ensinando a ele?” de autoria de Monica Weinberg e Camila Pereira. No meio da matéria, encontra-se a seguinte “pérola”:

“Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo. Ou idolatram personagens arcanos sem contribuição efetiva à civilização ocidental, como o educador Paulo Freire, autor de um método de doutrinação esquerdista disfarçado de alfabetização. Entre os professores ouvidos na pesquisa, Freire goleia o físico teórico alemão Albert Einstein, talvez o maior gênio da história da humanidade. Paulo Freire 29 x 6 Einstein. Só isso já seria evidência suficiente de que se está diante de uma distorção gigantesca das prioridades educacionais dos senhores docentes, de uma deformação no espaço-tempo tão poderosa, que talvez ajude a explicar o fato de eles viverem no passado.”

Como não podia deixar de ser, o texto provocou a reação de educadores brasileiros. Das reações, selecionamos a da educadora Ana Maria de Araújo Freire:

“Como educadora, historiadora, ex-professora da PUC e da Cátedra Paulo Freire e viúva do maior educador brasileiro PAULO FREIRE — e um dos maiores de toda a história da humanidade –, quero registrar minha mais profunda indignação e repúdio ao tipo de jornalismo, que, a cada semana a revista VEJA oferece às pessoas ingênuas ou mal intencionadas de nosso país. Não a leio por princípio, mas ouço comentários sobre sua postura danosa através do jornalismo crítico. Não proclama sua opção em favor dos poderosos e endinheirados da direita, mas , camufladamente, age em nome do reacionarismo desta.

Esta vem sendo a constante desta revista desde longa data: enodoar pessoas as quais todos nós brasileiros deveríamos nos orgulhar. Paulo, que dedicou seus 75 anos de vida lutando por um Brasil melhor, mais bonito e mais justo, não é o único alvo deles. Nem esta é a primeira vez que o atacam. Quando da morte de meu marido, em 1997, o obituário da revista em questão não lamentou a sua morte, como fizeram todos os outros órgãos da imprensa escrita, falada e televisiva do mundo, apenas reproduziu parte de críticas anteriores a ele feitas.

A matéria publicada no n. 2074, de 20/08/08, conta, lamentavelmente com o apoio do filósofo Roberto Romano que escreve sobre ética, certamente em favor da ética do mercado, contra a ética da vida criada por Paulo. Esta não é, aliás, sua primeira investida sobre alguém que é conhecido no mundo por sua conduta ética verdadeiramente humanista.

Inadmissivelmente, a matéria é elaborada por duas mulheres, que, certamente para se sentirem e serem parceiras do “filósofo” e aceitas pelos neoliberais desvirtuam o papel do feminino na sociedade brasileira atual. Com linguagem grosseira, rasteira e irresponsável, elas se filiam à mesma linha de opção política do primeiro, falam em favor da ética do mercado, que tem como premissa miserabilizar os mais pobres e os mais fracos do mundo, embora para desgosto deles, estamos conseguindo, no Brasil, superar esse sonho macabro reacionário.

Superação realizada não só pela política federal de extinção da pobreza, mas , sobretudo pelo trabalho de meu marido – na qual esta política de distribuição da renda se baseou – que demonstrou ao mundo que todos e todas somos sujeitos da história e não apenas objeto dela. Nas 12 páginas, nas quais proliferam um civismo às avessas e a má apreensão da realidade, os participantes e as autoras da matéria dão continuidade às práticas autoritárias, fascistas, retrógradas da cata às bruxas dos anos 50 e da ótica de subversão encontrada em todo ato humanista no nefasto período da Ditadura Militar.

Para satisfazer parte da elite inescrupulosa e de uma classe média brasileira medíocre que tem a Veja como seu “Norte” e “Bíblia”, esta matéria revela quase tão somente temerem as idéias de um homem humilde, que conheceu a fome dos nordestinos, e que na sua altivez e dignidade restaurou a esperança no Brasil. Apavorada com o que Paulo plantou, com sacrifício e inteligência, a Veja quer torná-lo insignificante e os e as que a fazem vendendo a sua força de trabalho, pensam que podem a qualquer custo, eliminar do espaço escolar o que há de mais importante na educação das crianças, jovens e adultos: o pensar e a formação da cidadania de todas as pessoas de nosso país, independentemente de sua classe social, etnia, gênero, idade ou religião.

Querendo diminuí-lo e ofendê-lo, contraditoriamente a revista Veja nos dá o direito de concluir que os pais, alunos e educadores escutaram a voz de Paulo, a validando e praticando. Portanto, a sociedade brasileira está no caminho certo para a construção da autêntica democracia. Querendo diminuí-lo e ofendê-lo, contraditoriamente a revista Veja nos dá o direito de proclamar que Paulo Freire Vive!

São Paulo, 11 de setembro de 2008
Ana Maria Araújo Freire”.

Observação final (minha): A capa da edição de Pedagogia da Autonomia, que ilustra o texto, comemora 450.000 exemplares vendidos. Paulo Freire Vive!

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19 Respostas to “Paulo Freire: Veja pisa na bola de novo”

  1. Eduardo Aparecido Sposito Says:

    Desculpem o mau jeito, mas alguém aí ainda pega na mão aquela merda de revista?
    Depois daquela falta de respeito com um dos maiores filósofos da Educação mundial, essa porcaria de revista devia ser boicotada até fechar.
    Desculpem, mas vou vomitar depois eu volto.

    Eduardo

  2. Marcelo Says:

    Particularmente considero a revista Veja fascista, mentirosa e não serve nem para limpar a minha bunda!

    Acho que a minha cueca é mais limpa que esta revista.

    Porém, encaminhei a matéria para os desavisados.

    Aliais, receber mais um ataque vulgar da Veja é elogio.

    Abraços
    Marcelo.

  3. Vanessa Says:

    Se não fosse a revista semanal de maior circulação do país, eu nem daria importância. Mas, o fato é que essas jornalistas inconseqüentes moldam a opinião pública!

  4. Fernando Lago Says:

    Veja é veja, gente… Não dá pra esperar outra coisa… Creio que o que querem é respostas mesmo, polêmica… Pra tentar reafirmar essa idéia de “revista de maior circulação no País”.

  5. lene Says:

    é facil desmoralizar um heroi da humanidade que já morreu,quero ver falar de muitos politicos e empresarios que roubam e eles elogiAm (VEJA).KKKKKKKKKKKKKKKKKK

  6. Ozinaldo Augusto de Melo Says:

    O trabalho do Mestre Paulo Freire está imortalizado na sua obra, no seu pensamento e na sua trajetória como pensador número 1 da Educação no Brasil.Acho que o minimo que se deveria dedicar a Paulo Freire é RESPEITO por um brasileiro que amou o seu povo e deu o melhor de si pela Educação nesse pobre País.Ainda hoje seu pensamento reflete máximas verdadeiras, que devem ser ouvidas e lidas atentamente pelos novos que não o conheceram.

  7. Tio Xavier Says:

    Eu quero que a Veja vá à merda.

    Se eu fosse a tia Freire, daria uma entrevista para a Carta Capital, por exemplo, e me deixaria fotografar enquanto forrava a gaiola do papagaio com a Veja.

    Seria uma alegoria bem significativa, pois limpar bosta de um ser que só repete palavrório alheio e caga é uma missão mais adequada para Veja.

    Desculpem o baixíssimo nível mas é o que eu sinto.

  8. antoniomorales Says:

    Recebi este comentário, achei interessante e solicitei a autorização da autora para publicá-lo aqui. (Antonio Morales)

    “A resposta da esposa de Freire é a manifestação enroscada nas gargantas dos que reconhecidamente são educadores e conhecem o valor do grande mestre!!

    Nós educadoras, pedagogas, nos sentimos extremamente agredidas pela matéria descabida das autoras do texto da revista Veja. Como professora universitária, levei à discussão nas minhas aulas, o enfrentamento que temos diariamente diante de cabeças recheadas de uma ideologia distante dos valores que herdamos de Freire!!

    Comungo com as palavras da grande companheira do mestre e me alento no pensar de que a matéria da Veja só serviu para enaltecer os saberes de quem realmente conheceu o “chão da fábrica”.”

    Lucy Mara Conceição – Londrina-Pr.

  9. Conceição Oliveira Says:

    Também andei respondendo e organizando respostas a este Pasquim da imprensa marrom:

    E quem nos livrará do jornalismo das trevas de Veja ( http://historiaemprojetos.blogspot.com/2008/08/e-quem-nos-livrar-do-jornalismo-das.html )

    Aqui uma homenagem a Freire feita por um blog português: Paulo Freire e a flor Dente de Leão ( http://historiaemprojetos.blogspot.com/2008/08/paulo-freire-e-flor-dente-de-leo.html )

    Aqui o artigo do Rui Falcão em resposta à Veja: A revista Veja e a educação como mercadoria ( http://historiaemprojetos.blogspot.com/2008/08/revista-veja-e-educao-como-mercadoria.html )

    Aqui um artigo de um editor de Ciências da Ática em resposta à Veja (detalhe a editora Ática e a Veja fazem parte do mesmo grupo) A tecnocracia desvairada de Veja (http://historiaemprojetos.blogspot.com/2008/08/tecnocracia-desvairada-de-veja.html )

    Aqui está o link para a carta que a Anita Freire escreveu em repúdio à matéria de Veja: http://historiaemprojetos.blogspot.com/2008/09/viva-de-paulo-freire-escreve-carta-de.html

  10. Eliane Stringhini Says:

    Sou orientadora educacional de uma escola municipal, pública é claro. A realidade dos nossos educandos é triste…muitos não tem o que comer. Enfatizo sempre às nossas professoras a importância de sistematizar a educação,focando sempre nos conteúdos que realmente possam trasnformar a realidade em que os mesmos se encontram, transformação essa que possa contribuir para o bem de todos, e não somente para a minoria. Precisamos de uma educação séria, comprometida, que valoriza sim o conhecimento científico, e acredito que os educadores que leram as obras de Paulo Freire pensam como eu, afinal aprendemos isso com ele …e muito mais. Um abraço carinhoso à D. Nita

  11. Eduardo Sposito Says:

    Passada a irritação inicial com aquela droga de revista, queria aproveitar para comentar um trecho de uma obra de Paulo Freire, que me acompanha desde a licenciatura em Ciências Sociais na Faculdade de Educação da USP, acho que 1976, no século passado. (Aliás, me lembro de ter feito “panfletagem” do texto em duplicador a alcool e distribuido entre os alunos do curso, já que a dita faculdade parece que tinha restrições ao pensamento de Freire, ou medo, sei lá.)
    Trata-se do livro “Extensão ou Comunicação?” onde Freire discute com agronomos chilenos o trabalho de extensão universitária feita com camponeses do Chile. Aí ele retoma principalmente os princípios de “Educação como Prática de Liberdade”. O texto que planfetei é do capitulo onde ele fala de “Educação como situação gnosiológica”. (Acho que vale a pena ler várias vezes.)
    Para mim esse texto acaba de vez com aquele negócio bobo de “não dar a vara, mas ensinar a pescar”. Ou se aprende a pescar juntos, ou só um é que pesca.
    Bom, mas essa é uma discussão que precisamos fazer com mais tempo e espaço.
    Quero aproveitar pra lembrar, uma frase de outro texto que panfletei na mesma época. Trata-se do “Sociedade sem Escolas” do Ivan Ilich, e a frase que adotei como lema de minha concepção de educação é esta: “A aprendizagem que eu prezo é a re-criação incomensurável”
    É daí que vem a minha ojeriza por qualquer tipo de avaliação escolar.

    Acho que a melhor maneira de desagravarmos a memória de Paulo Freire é continuarmos a encarar educação com a seriedade e a profundidade com que ele o fazia.

    Eduardo

  12. Karla Messias Says:

    Estou encantada com a resposta da viúva de Freire à Veja. Confesso que fiquei muito chateada ao ler a reportagem, com uma linguagem tão vulgar, se achando no direito de criticar um EDUCADOR reconhecido mundialmente. Admiro Paulo Freire desde os meus dezesseis anos de idade, quando minha irmã já estava na faculdade e participou de um projeto “Alfabetização solidária” e conheceu um mundo que deveria ser estampado na capa da revista Veja. Um mundo de pobreza, marginalização, onde pessoas não tem sequer o pão, e trabalham como escravos para ganhar no final do mês, o que muitas pessoas gastam em um unico dia nas “baladas” do sábado a noite.
    Fico mais triste e indignada, pelo fato deste texto ter deixado satisfeitas, alunas do curso de PEDAGOGIA, na faculdade em que estudo. É muito triste conhecer esse lado tão egoísta do ser humano, tão individualista.
    Quero ser professora…sonho com isso a muito tempo. Me formo cheia de idéias e desejos, que por vezes tentam abafar…Mas meu sonho está aqui e persiste! Quero que meus alunos pensem comigo, que saibam lutar por seus direitos e idéias. Que tenham auto-estima. Sonhos. Possibilidades. Que tenham sede de conhecimento. Não quero que sejam apenas aptos a serem escravos do mercado de trabalho, oferecendo mão de obra e obediência…
    NÃO!!! CHEGA!!! Eu quero aprender com eles…a maneira mais real… mais sensível, de fazer esse mundo mudar! De fazer esse mundo pensar!

  13. Carlos Gustavo Yoda » Paulo Freire Vive! Says:

    […] Paulo Freire- Leia também a resposta do Instituto Paulo Freire à Revista Veja- Mais sobre a Veja e Paulo Freire […]

  14. José Pedro Macedo Says:

    Não se preocupem com esta revistinha porcaria e chinfrin, Paulo Freire é reconhecido mundialmente e não uma revistinha de 5ª categoria cuja função é somente vender papel e propaganda para uma certa classe despolitizada e mediocre que vai desmerecer o papel importante que Paulo Freire desenvolveu para a educação no Brasil.

    Essa revista deveria ter virado papel higiênico hà muito tempo, não sei como tem coragem de comprar isso.

  15. Elias Says:

    Como é mesmo o nome das jornalistas que assinam a matéria? e do tal filósofo?,é isso ninguém leva esse pessoal a sério, Paulo Freire é e sempre será o maior referencial pra quem trabalha com educação para as classes oprimidas é um orgulho nacional e fim de conversa! Esse pessoal não tem nem como falar do Freire pois deve terem estudado em escola de Elite, dai o desconhecimento.

  16. Paulo Freire: Veja pisa na bola de novo « Germinal - Educação e Trabalho Says:

    […] Este artigo foi originalmente publicado em Arquivo68. […]

  17. Ozinaldo Augusto de Melo Says:

    Permitam-me, caros leitores e companheiros, mais um comentário nessa seção.
    Cada vez mais me convenço da importância de Paulo Freire como pensador da Educação no Brasil e no Mundo e reflito sobre a necessidade de aprofundarmo-nos nos estudos e divulgação do seu trabalho. É como se tivéssemos em nossas mãos toda uma Enciclopédia nos ensinando como fazer para formar cidadãos, mesmo partindo-se de uma sociedade desigual, com um exército imenso de pobres e famintos espalhados pelo território nacional, às vezes, em lugares cujo acesso parece impossível, como os longinquos arredores ribeirinhos da Região Amazônica ou do Polígono da Seca, no interior do Nordeste do Brasil. Mas, nada que nós, Educadores, não possamos aferir ou alcançar.
    Volto a repetir: Paulo Freire merece RESPEITO!!.
    Obrigado.

  18. Ozinaldo Augusto de Melo Says:

    Passados alguns anos desde o meu primeiro comentário sobre Paulo Freire, hoje, mais maduro na cátedra e na vida, continuo vendo, de forma clarissima, a preocupação dele com a Educação da nossa gente.Precisamos nos aproximar mais dos nossos alunos e das suas famílias, identificando necessidades e buscando ajudá-los a alcançar um padrão de vida digna. A luta deve ser incessante, até os últimos dias das nossas vidas.O ser humano merece respeito. Viver com dignidade é direito de todo ser humano.Faz-se necessário combater as desigualdades sociais em todos os aspectos das nossas vidas. Educação continua sendo a chave para solucionarmos os graves problemas que castigam a nossa gente.Como nos disse , recentemente, o ex-Primeiro Ministro Ingles, Tony Blair,ao responder sobre as prioridades do seu segundo mandato na Inglaterra : ´´ Educação, Educação, Educação´´. Isso implica na melhoria da política de educação para o Professor, mudanças profundas na assistência ao aluno e às suas famílias, dignidade para os profissionais da Educação e aparelhamento estratégico das escolas.
    Um abraço a todos os profissionais educadores do Brasil
    Ozinaldo Augusto de Melo
    Escola Estadual Lagoa Encantada e Faculdade Integrada de Pernambuco-Recife-PE
    (Ms.Bs.Sc.-Almeda University, Idaho, USA)
    ozinaldodemelo@yahoo.com.br

  19. Paulo Jardim Says:

    Prezados senhores, a fim de consolidar e divulgar práticas justas e corretas na nossa sociedade, comunico-lhes o que segue.
    No início deste mês de junho, através do Ministro Relator Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, a Abril Comunicações S/A foi condenada ao pagamento ref. ação reparatória por danos morais a minha pessoa, em função da reportagem intitulada “Prontos para o Século XIX”, divulgada pela revista Veja, edição nº 2074 (20 de agosto de 2008).
    Grato pela atenção.

    Paulo Sergio Fioravanti Jardim

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