Em Arquivo68, entremeando as Memórias e Outras Histórias, um assunto puxa o outro. Antonio Morales acaba de postar um artigo sobre Sérgio Ricardo. O artigo remete aos festivais dos anos 60. Ele chamou-me a atenção para o fato de que, debalde as inúmeras tentativas de ressuscitamento, os festivais de música nunca mais tiveram o mesmo brilho. Pensando nisso, eis que me deparo com o artigo de Celso Lungaretti: Canto do Cisne dos grandes festivais, o III FIC faz 40 anos, que assim começa:
O canto do cisne do período de maior efervescência musical que o País já conheceu foi o III Festival Internacional da Canção, da Rede Globo, realizado em setembro de 1968, em meio a passeatas que degeneravam em batalhas campais, mortes de opositores da ditadura, denúncias de torturas, ações armadas da esquerda, atentados dos grupos para-militares de direita (o Comando de Caça aos Comunistas acabara de espancar o elenco da peça Roda Viva) – a ante-sala do inferno, enfim.”
Para quem se interessar, postamos o artigo completo em Páginas 35. Ou, se preferirem, vejam o artigo em Café História, seu contexto original.
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