”Neste 2008, permanece singularmente pertinente a concepção que sem “ousar lutar”, não é possível vencer e que não há pior derrota que a sofrida sem combate. As jornadas de 1968, no Brasil e no mundo, não constituem simples sucessos históricos a serem narrados. Passados quarenta anos, 1968 permanece como esfinge enigmática, exigindo que sejam desvelados seus complexos sentidos. Como poderoso farol, segue ainda indicando, mesmo muito longe, no horizonte, o caminho seguro a ser seguido.”
O parágrafo anterior conclui o artigo “Brasil, 1968 – Assalto ao Céu e descida ao Inferno“, de Mário Maestri, que postamos em Páginas 25. O autor tece um panorama dos acontecimentos do ano de 1968, com ênfase nas dimensões políticas e culturais. Mais uma visão sintética que vale a pena ser lida.
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