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	<title>Comentários sobre: 1968 e as novas gerações</title>
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	<description>Sonhos e histórias de gente que viveu as aventuras dos anos 60.</description>
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		<title>Por: antoniomorales</title>
		<link>http://josekuller.wordpress.com/2008/05/21/1968-e-as-novas-geracoes/#comment-167</link>
		<dc:creator>antoniomorales</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 20:22:35 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente, para a juventude empenhada na luta contra a ditadura, na segunda metade da década de 60, os Beatles se confundiam com o imperialismo americano que naquele período apoiava o Golpe e lhe dava sustentação política internacional. 

O rock era uma expressão acabada da &quot;cultura americana&quot; e portanto um dos instrumentos de dominação cultural a que estávamos submetidos. 
E os Beatles faziam parte desse movimento, portanto eram &quot;reacionários&quot;.

E isso de certa forma foi estendido à Jovem Guarda, que &quot;macaqueava&quot; a música e artistas ingleses ou americanos. Tivemos inclusive um &quot;cover&quot; dos Beatles que interpretava suas músicas em versões para o português: o grupo &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=BIhFZOzsl2w&amp;feature=related&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;RENATO E SEUS BLUE CAPS&lt;/a&gt;.

A juventude universitária e particularmente a &quot;de esquerda&quot; se identificou com a Tropicália e com as chamadas &quot;canções de protesto&quot; personificadas pelo compositor e cantor Geraldo Vandré, que os festivais da canção abrigaram.

Por vários motivos, simples ou complexos, foi uma época de extremos e nós jovens fazíamos escolhas radicais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, para a juventude empenhada na luta contra a ditadura, na segunda metade da década de 60, os Beatles se confundiam com o imperialismo americano que naquele período apoiava o Golpe e lhe dava sustentação política internacional. </p>
<p>O rock era uma expressão acabada da &#8220;cultura americana&#8221; e portanto um dos instrumentos de dominação cultural a que estávamos submetidos.<br />
E os Beatles faziam parte desse movimento, portanto eram &#8220;reacionários&#8221;.</p>
<p>E isso de certa forma foi estendido à Jovem Guarda, que &#8220;macaqueava&#8221; a música e artistas ingleses ou americanos. Tivemos inclusive um &#8220;cover&#8221; dos Beatles que interpretava suas músicas em versões para o português: o grupo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BIhFZOzsl2w&amp;feature=related" rel="nofollow">RENATO E SEUS BLUE CAPS</a>.</p>
<p>A juventude universitária e particularmente a &#8220;de esquerda&#8221; se identificou com a Tropicália e com as chamadas &#8220;canções de protesto&#8221; personificadas pelo compositor e cantor Geraldo Vandré, que os festivais da canção abrigaram.</p>
<p>Por vários motivos, simples ou complexos, foi uma época de extremos e nós jovens fazíamos escolhas radicais.</p>
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		<title>Por: Eduardo Sposito</title>
		<link>http://josekuller.wordpress.com/2008/05/21/1968-e-as-novas-geracoes/#comment-166</link>
		<dc:creator>Eduardo Sposito</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:28:31 +0000</pubDate>
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		<description>A música é realmente uma coisa mágica.
Queria falar sobre os Beatles, um fenomeno que motiva até as gerações atuais. Conheço garotos que sabem tudo sobre os Beatles, cantam musicas que nem conheço e sabem a biografia toda dos 4.
Me lembro, que apesar de toda &quot;postura revolucionária&quot; que a gente assumia, aqueles 3 &quot;reacionários&quot; de Liverpool, comandados pelo Lennon,mexia com a gente.
Não dava pra ficar indiferente aos acordes iniciais daquelas letras melosas de &quot;I want to hold your hand&quot;, &quot;Love me do&quot;, &quot;A hard days night&quot;...E acompanhar toda evolução posterior nos LPs mais cults e que indicavam o caminho para o Rock posterior.
Depois do fim deles, restou acompanhar o Lennon do &quot;Imagine&quot; e do &quot;The Dream is Over&quot;, até sua morte estúpida.
A força da música deles pra mim ainda é um mistério. Talvez o espírito da época tenha facilitado sua penetração.
Engraçado, me veio agora: o conjunto que se desfez há mais de 30 anos, exerce mais influencia que os Stones &quot;vivos&quot; até hoje.
Em todo caso, sou meio suspeito. Tenho uma bonita história de quase-amor, relacionada com o segundo Lp nacional - o &quot;Beatles Again&quot;.  Essa só dá pra contar no &quot;Naquela mesa&quot;. Mas só presencial. 
Em tempo: lembrei que eu tocava orgão nas missas de defunto e o maior sucesso depois da &quot;Serenata&quot; de Schubert, era o &quot;And I love her&quot; dos Beatles
Eduardo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A música é realmente uma coisa mágica.<br />
Queria falar sobre os Beatles, um fenomeno que motiva até as gerações atuais. Conheço garotos que sabem tudo sobre os Beatles, cantam musicas que nem conheço e sabem a biografia toda dos 4.<br />
Me lembro, que apesar de toda &#8220;postura revolucionária&#8221; que a gente assumia, aqueles 3 &#8220;reacionários&#8221; de Liverpool, comandados pelo Lennon,mexia com a gente.<br />
Não dava pra ficar indiferente aos acordes iniciais daquelas letras melosas de &#8220;I want to hold your hand&#8221;, &#8220;Love me do&#8221;, &#8220;A hard days night&#8221;&#8230;E acompanhar toda evolução posterior nos LPs mais cults e que indicavam o caminho para o Rock posterior.<br />
Depois do fim deles, restou acompanhar o Lennon do &#8220;Imagine&#8221; e do &#8220;The Dream is Over&#8221;, até sua morte estúpida.<br />
A força da música deles pra mim ainda é um mistério. Talvez o espírito da época tenha facilitado sua penetração.<br />
Engraçado, me veio agora: o conjunto que se desfez há mais de 30 anos, exerce mais influencia que os Stones &#8220;vivos&#8221; até hoje.<br />
Em todo caso, sou meio suspeito. Tenho uma bonita história de quase-amor, relacionada com o segundo Lp nacional &#8211; o &#8220;Beatles Again&#8221;.  Essa só dá pra contar no &#8220;Naquela mesa&#8221;. Mas só presencial.<br />
Em tempo: lembrei que eu tocava orgão nas missas de defunto e o maior sucesso depois da &#8220;Serenata&#8221; de Schubert, era o &#8220;And I love her&#8221; dos Beatles<br />
Eduardo</p>
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		<title>Por: antoniomorales</title>
		<link>http://josekuller.wordpress.com/2008/05/21/1968-e-as-novas-geracoes/#comment-163</link>
		<dc:creator>antoniomorales</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2008 04:43:12 +0000</pubDate>
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		<description>Por outro lado:

&quot;Jovens completamente desinformados nunca ouviram de Vladimir Herzog ou João Goulart. Eles não têm culpa, a culpa é das elites que preferem omitir os fatos ou manipulá-los.&quot; 

Esse é o primeiro parágrafo de artigo de Mário Augusto Jakobskind que pode ser ligo na íntegra &lt;a href=&quot;http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&amp;cod=32507&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por outro lado:</p>
<p>&#8220;Jovens completamente desinformados nunca ouviram de Vladimir Herzog ou João Goulart. Eles não têm culpa, a culpa é das elites que preferem omitir os fatos ou manipulá-los.&#8221; </p>
<p>Esse é o primeiro parágrafo de artigo de Mário Augusto Jakobskind que pode ser ligo na íntegra <a href="http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&amp;cod=32507" rel="nofollow">clicando aqui</a>.</p>
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	<item>
		<title>Por: jarbas</title>
		<link>http://josekuller.wordpress.com/2008/05/21/1968-e-as-novas-geracoes/#comment-162</link>
		<dc:creator>jarbas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2008 02:28:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://josekuller.wordpress.com/?p=236#comment-162</guid>
		<description>Como diz o Edu, talvez a gente consiga deixar nossos sonhos de herança para as novas gerações. O garoto aí é uma esperança.

Ao ver o VT, me veio a impressão que esse moleque tem a síndrome de Williams, uma condição genética que faz de seus portadores gente apaixonada por música (cf. Alucinações Musicais, de Oliver Sacks, Companhia das Letras - vale a leitura). Jarbas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como diz o Edu, talvez a gente consiga deixar nossos sonhos de herança para as novas gerações. O garoto aí é uma esperança.</p>
<p>Ao ver o VT, me veio a impressão que esse moleque tem a síndrome de Williams, uma condição genética que faz de seus portadores gente apaixonada por música (cf. Alucinações Musicais, de Oliver Sacks, Companhia das Letras &#8211; vale a leitura). Jarbas.</p>
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